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Palavra do dia

"Eis que DEUS é meu ajudador, o SENHOR é quem me sustenta a vida." (SALMO 54:4)


sexta-feira, 14 de outubro de 2016

BOB DYLAN, PRÊMIO NOBEL DE LITERATURA E SUA CONVERSÃO AO CRISTIANISMO

O cantor e compositor americano Bob Dylan, de 75 anos, foi anunciado nesta quinta-feira (13) o ganhador do Prêmio Nobel de Literatura 2016. A escolha foi divulgada em um evento em Estocolmo, na Suécia. A opção por um músico – e não por um escritor de ofício – soa incomum, mas o nome do Dylan vinha sendo cotado havia muitos anos. Também poeta e com diversos livros lançados, o artista é aclamado sobretudo pelo lirismo de suas letras. Tanto na música como na literatura, Bob Dylan foi fortemente influenciado pela geração beatnik e pelos poetas modernos americanos.

Dez vezes vencedor do Grammy, Bob Dylan já se reinventou por diversas vezes, assumindo as identidades de desafiador do pop, estrela do rock, poeta sábio e cristão missionário – ele se converteu ao cristianismo em 1979. Vejamos como isso aconteceu...

Os avós de Dylan viviam no leste europeu dominado pelo Czar Nicholas II, que acusava os judeus de responsáveis pela decadência do império russo, e quando começou a perseguição em 1905 pelos simpatizantes do Czar, vovô Zigmar Zimmerman imigrou para os Estados Unidos da América, mais precisamente para Duluth, Minnesota. Em 1911 Abe Zimmerman, filho de Zigmar, nasce e, em 1934, aos 22 anos, Abe casou-se com Beatrice (Beatty) Stone. Deste casamento foi gerado Robert Zimmerman (mais tarde conhecido como Bob Dylan) que nasceu em 24 de maio de 1941. Quatro dias após seu nascimento Bob foi registrado e circuncidado conforme as tradições judaicas.

Apesar de não te sido criado em lar ortodoxo, Bob recebeu ensinamentos bíblicos básicos. O que foi determinante mais tarde para a criação das letras de suas músicas que o tornaram o poeta de rock mais influente do mundo, sendo que muitas destas eram baseadas em todas aquelas imagens contidas no Velho Testamento, ou seja, nos primeiros 5 livros da Bíblia ou Pentateuco, que é adotado pelos judeus ortodoxos. Mas uma frase dita por seu pai o acompanhou por toda sua vida, algo como: “... que é possível alguém tornar-se tão desonrado que seus próprios pais poderiam abandoná-lo, mas se isso acontecesse, Deus sempre acreditaria na sua própria capacidade de redenção.”

Sua trajetória de rockstar se deu naturalmente no início dos anos de 1960 até a segunda metade dos anos de 1970. Bob Dylan apareceu para o grande público como cantor folk, basicamente voz, guitarra acústica e harmônica e, em 1965, escandalizou todo um segmento de puristas fanáticos pela folk music quando amplificou seu som e se apresentou a todo volume com Mike Bloomfield na guitarra e banda no festival de Newport, foi um choque monumental que pegou público e crítica pela primeira vez de calças na mão. Em 1974 Bob estava cansado das farras, da fama, da imagem de profeta do rock criado sobre si mesmo, da grana fácil, dos shows estereotipados para grandes multidões perdidas nas drogas e na alienação que viam nele um “messias” que lhes dariam um sentido razoável para se continuar vivendo e acreditando no ser humano.

Bob se encontrava bastante deprimido, mas duas de suas antigas namoradas Mary Alice Artes e Carolyn Dennis que vinham do meio evangélico, como também outros membros da banda da época, foram influentes na sua conversão ao cristianismo em seguida. A princípio eles o incentivavam a orar sempre que estivesse em alguma situação desanimadora e assim foi, até que em certa ocasião Bob teria tido uma visão e sentido a presença de Jesus Cristo numa sala. Em 1979, o pastor de origem luterana Kenn Gulliksen, que fundara sua própria igreja, a Vineyard Fellowship em 1974, a mesma que Mary Alice Artes frequentava, procurou por Bob Dylan e lhe falou de Jesus. O que foi decisivo para Bob dobrar-se e ser batizado. Já que não tinham sede própria, as reuniões da Fellowship eram em prédios, salas alugados ou na praia como nos tempos da igreja primitiva de Jesus e seus apóstolos. Ideologicamente se baseavam na Bíblia e tinham postura rígida em relação a drogas, excesso de bebidas e adultério. Bob foi imerso (morto) e emergido (ressuscitado) do mar tendo renascido como um novo homem, agora discípulo de Jesus, o único Salvador.

A conversão de Bob Dylan não agradou à comunidade judaica, já que os próprios filhos dele tinham sido criados na Lei pregada por Moisés, sendo que os mesmos se viam constantemente em situações constrangedoras em virtude da reviravolta de fé dada pelo pai.

Mas a nova crença inspirou Bob Dylan a criar e lançar três discos com mensagens de conteúdo cristão. Uma trilogia amaldiçoada pelos críticos, com exceção talvez do primeiro, o excelente Slow Train Coming, de 1979, com as faixas “Gotta Serve Somebody”; e “Slow Train”; “Precious Angel” e “I Believe In You”. A seguir veio Saved, de 1980, com as faixas “Saved”; “Pressing On” e “Are You Ready” se destacando com mensagens mais radicais e moralistas sendo repudiado pela crítica e ignorado por boa parte dos fãs. E finalmente, Shot Of Love, de 1981, que apesar de ter sido um bom trabalho contendo “In the Summertime” e “Dead Man, Dead Man”, confirmou o repúdio geral. A crítica especializada já profetizava o fim de carreira do maior poeta do rock & roll.

Bob Dylan enfrentava todo o tipo de pressão por parte de empresários, colegas do meio musical, críticos especializados, comunidades judaicas, público em geral, etc., para que ele voltasse a ser o poeta revolucionário e inconformista que o caracterizou no início de sua carreira. A frequência em seus shows despencou junto com a arrecadação, como também a venda de discos e convites para apresentações. De repente ele se viu de escanteio e menosprezado. Era o preço a pagar por sua conversão ao cristianismo.

Em 1983, após um breve afastamento dos estúdios e palcos, Bob Dylan reaparece com o álbum Infidels, um trabalho onde demonstra profunda afinidade e identificação com o povo judeu e Israel, revoltando-se contra o anti-semitismo e anti-sionismo. Agora ele não faria mais shows aos sábados e passou a estudar a Cabala. Ele teria abandonado o cristianismo finalmente, mas talvez não totalmente, pois uma faixa de Infidels era denominada “Property Of Jesus” (“Propriedade de Jesus”).

Em entrevista à Rede CBS na década de 2000, após 19 anos excluso, Bob desabafou: “Nunca quis ser profeta nem salvador, no máximo Elvis. Posso me ver transformando nele. Mas profeta? Não.”

Fontes: (G1 Notícias, OBluesDoeu , MegaPhone ADV)

ARQUEÓLOGO ADVENTISTA DESTACA A IMPORTÂNCIA DA BÍBLIA

Líderes adventistas de várias partes do mundo estão reunidos na sede mundial da igreja, em Maryland, nos Estados Unidos, participando de comissões e reuniões administrativas. Ontem, o presidente mundial da Igreja Adventista do Sétimo Dia, pastor Ted Wilson, apresentou um importante e inspirador sermão sobre o modelo educacional aprovado por Deus. Durante sua mensagem, ele destacou a importância do criacionismo, da Bíblia e dos livros do Espírito de Profecia. A certa altura, Wilson convidou o conceituado arqueólogo adventista Dr. Michael Hasel para proferir algumas palavras aos líderes. Leia abaixo alguns trechos da fala de Hasel. O sermão do pastor Wilson pode ser lido na íntegra aqui, neste link (em inglês).

“A autoridade da Bíblia tem enfrentado um ataque sem precedentes com a ascensão do modernismo e do pós-modernismo no mundo ocidental. Desde a Revolução Cultural Francesa uma nova filosofia tem procurado abolir a instituição da igreja e, com ela, a Bíblia, a Palavra viva de Deus. Em seu lugar, os filósofos estabeleceram a razão autônoma com seu espírito de crítica e dúvida, a experiência humana com sua ênfase no presente como o intérprete do passado, e o naturalismo filosófico afirmando que a humanidade deve operar sem qualquer referência ao trabalho de Deus.

“Em 1844, justamente quando nossos fundadores tinham experimentado o grande desapontamento, partes de livros populares de história natural da criação foram publicadas anonimamente por Richard Chambers e promoviam abertamente o conceito de evolução. Naquele mesmo ano, Charles Darwin completou seu manuscrito inicial do A Origem das Espécies. O resultado é que o pensamento evolucionista tem encontrado seu caminho para a maioria das disciplinas. Mas Chambers e Darwin não escreveram suas obras influentes em um vácuo.

“Os estudiosos da Bíblia tinham começado a desconstruir as Escrituras redatando seu conteúdo e negando o próprio tecido da sua história. Foi removida a natureza única da Bíblia como uma obra constituída na história. Hoje abordagens literárias pós-modernas se divorciaram da história bíblica e a relegaram às areias movediças da cultura. No início do Século das Luzes, Moisés foi rejeitado como o autor dos primeiros cinco livros da Bíblia. Na década de 1970, Abraão e os patriarcas foram descritos como mito. Na década de 1980, estudiosos deram as costas para o evento do Êxodo. Na década de 1990, estudiosos pós-modernos se voltaram para os reinados de Davi e Salomão. Essa é a batalha que ainda vem sendo travada hoje no mundo acadêmico.

“Como a Bíblia foi reescrita, sua história desconstruída, a profecia preditiva foi considerada impossível. Porque a Bíblia começou a ser estudada apenas como literatura e porque esses estudiosos passaram a acreditar que Deus não inspirou Seus escritores por meio da revelação direta, escritores bíblicos não podiam prever o futuro. Ambos, história e profecias, foram removidos e reduzidos a meras metáforas e interpretações idealistas. A palavra profética - que deu origem à Reforma e conferiu identidade à nossa igreja remanescente - foi reinterpretada, deixando os adventistas como quase a única igreja que ainda ensina os livros de Daniel e Apocalipse de uma perspectiva historicista.

“Na minha biblioteca tenho um livro de 600 páginas intitulado A Morte da Luz. Ele documenta como as grandes universidades como Harvard, Yale e Princeton foram fundadas por reformadores protestantes e foram bastiões da educação bíblica e da interpretação historicista da profecia. Seus primeiros presidentes escreveram volumes sobre a profecia e a breve volta de Jesus. Mas hoje todos os vestígios dessa história se foram.

“A sociedade e nossa igreja foi atingidas e golpeadas pelo modernismo e seus desafios para as verdades encontradas na Bíblia; mas hoje não estamos mais sob a utopia prometida do pensamento modernista. Tivemos a maior das guerras da história da humanidade, que deixou 60 a 80 milhões de mortos no campo de batalha e nas casas e ruas das maiores cidades da Europa. Vemos a propagação de doenças e epidemias que a ciência moderna não tem sido capaz de erradicar e curar (aids, malária, ebola, câncer, doenças cardíacas). Nossa sociedade se tornou apática para quaisquer alegações de verdade, desiludida com as promessas do passado.

“Será que vamos sobreviver à desconstrução moral, social, política e religiosa que nos rodeia? Como podemos combater essa influência como igreja? Como podemos realizar reavivamento e reforma em nossas escolas? Nossos alunos estão procurando desesperadamente uma missão, um sentido em um mundo quebrado, mas tem havido uma crescente desconexão entre a missão e a mensagem da Bíblia e sua mensagem profética que nos deu esse significado e essa missão. Como estamos incutindo essa identidade em uma geração que terá condições de terminar a obra? [...]

“Como arqueólogo, gasto muito do meu tempo em Jerusalém. Em duas semanas, estarei lá novamente. Há na Cidade Velha o Monte do Templo, o local onde o templo esteve no passado. É a maior estrutura de seu tipo construída no Império Romano, seis vezes maior que o Coliseu, em Roma. No canto sudoeste do Monte do Templo está a pedra angular, colocado ali mais de 2.000 anos atrás. É uma pedra enorme, que  pesa entre 80 e 100 toneladas. Todo o projeto de construção que Herodes começou e que se estendeu ao longo de um período de quase um século repousa sobre o alinhamento de uma pedra angular.

“Pergunto aos meus irmãos e irmãs que compõem as pedras vivas desta casa espiritual: Como estamos nos alinhando com a Palavra viva de Deus hoje? São as nossas escolas - que estão treinando esta geração de jovens para terminar a obra - alinhadas na missão hoje? Estamos alinhados com Jesus, a pedra angular?

“Tenho um sonho: que todo o nosso currículo educacional seja fundamentado em uma base bíblica. Que nossos cursos de psicologia, história, biologia, negócios, literatura sejam dados a partir de uma base de pensamento e visão de mundo bíblicos. Que façamos mais do que simplesmente ter uma oração no início da classe e, em seguida, repetir os pensamentos de Freud e Darwin. Que os nossos alunos sejam apenas treinados para Harvard, mas para o Céu. [...]

“Nosso nome descreve um povo que acredita e ensina a totalidade da Bíblia, do Gênesis ao Apocalipse. O sétimo dia em nosso nome aponta para a volta de Jesus, que era o Verbo, no início: ‘Todas as coisas foram feitas por intermédio dEle, e sem Ele nada do que foi feito se fez’ (João 1:3). Somos um movimento chamado para defender Jesus e Sua criação em seis dias literais. Jesus disse: ‘Pois se cressem em Moisés, vocês acreditariam em Mim; pois Ele escreveu sobre Mim’ (João 5:46).

“A palavra ‘adventista’ em nosso nome aponta para uma voz profética chamada para este tempo a proclamar as três mensagens angélicas. Somos um movimento que proclama as palavras de Jesus: ‘Eis que venho sem demora! Bem-aventurado aquele que guarda as palavras da profecia deste livro’ (Apocalipse 22:7).

“Tenho um sonho: que as palavras de Ellen White em O Grande Conflito, página 595, sejam cumpridas hoje: ‘Mas Deus terá um povo sobre a terra que mantenha a Bíblia, e só a Bíblia, como o padrão de todas as doutrinas e a base de todas as reformas. As opiniões dos homens instruídos, as deduções da ciência, os credos ou decisões dos concílios eclesiásticos, tão numerosos e discordantes como são as igrejas que representam a voz da maioria - não devem ser considerados como evidência a favor ou contra qualquer ponto de fé religiosa. Antes de aceitar qualquer doutrina ou preceito, devemos exigir um claro ‘Assim diz o Senhor’ em seu apoio.”

(Criacionismo)

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

BETERRABA AJUDA A COMBATER O CÂNCER E HIPERTENSÃO

A beterraba é uma raiz que possui sabor adocicado e é rica em fibras, carboidratos, fonte de ferro, cobre, magnésio, manganês, cálcio, potássio, nitratos, vitamina A, vitamina C, vitamina E, vitamina K, antioxidantes importantes como carotenoides e licopeno.

O pigmento que dá a beterraba sua cor roxo-avermelhado é a betacianina, e é um poderoso agente de combate ao câncer, principalmente contra câncer de cólon, de acordo com diversos estudos. Os glóbulos sanguíneos absorvem a betacianina e podem aumentar a capacidade de transporte de oxigênio em até 400%. Possui também um fitonutriente chamado proantocianidinas que é anticancerígeno.

As beterrabas são excelentes fontes de vitaminas do complexo B, tais como B1, B2, B5, B6 e B9. Esta última, chamada também de ácido fólico, é importantíssima para a mulher grávida para o desenvolvimento normal da coluna vertebral da criança.


E o suco de beterraba é muito alcalino que o torna eficaz no tratamento da acidose. Beber regularmente o suco pode ajudar a aliviar a constipação.

Essa raiz também é rica em fitoesteróis, que são substâncias vegetais não produzidas pelo organismo humano. A fibra de beterraba vermelha promove a redução do colesterol em 30 a 40%.

Além disso, a beterraba possui nitratos, substâncias que produzem no sangue um tipo um gás conhecido como óxido nítrico, que dilata os vasos sanguíneos e as artérias e reduz a pressão arterial. Por isso, um estudo britânico da Universidade Rainha Mary, em Londres, publicado no jornal Hypertension da American Heart Association, constatou que um copo de 250 militros de suco de beterraba por dia é suficiente para diminuir em 7% a pressão arterial. Ou seja, essa raiz é aliada de quem tem hipertensão.

E O AÇÚCAR?
O açúcar da beterraba depois de pronto é quimicamente idêntico do açúcar da cana, cada um com uma composição de 100% sucrose (sacarose). O açúcar de beterraba é utilizado principalmente no norte da Europa, e o açúcar da cana de açúcar é usado pela grande maioria do mundo. Para ter uma distinção entre eles na Europa, é adicionado cerca de 1 a 3% de melaço ao açúcar de cana branco para lhe dar uma cor acastanhada.

Uma pessoa com diabetes deve ter uma alimentação bem balanceada e se estiver com a glicemia controlada pode usar a beterraba crua ou cozida na salada (1 pires dos de chá no máximo por refeição).

COMO CONSUMIR?
De acordo com um estudo britânico da Universidade Rainha Mary, em Londres, citado anteriormente, um copo por dia e/ou a ingestão de uma beterraba pequena diária é o suficiente para ter todos os benefícios da beterraba. O ideal é consumi-la crua ou cozida e de preferência com a casca, que conserva melhores os nutrientes.

É muito importante fazer a escolha adequada da beterraba. Prefira com tamanho pequeno e médio pois são mais macias e saborosas. Observe se a casca está lisa e sem manchas ou rachaduras e se tiver folhas, estas devem ser de cores homogêneas e brilhantes, pois seu consumo é recomendado devido ao alto teor de nutrientes.

As beterrabas cruas tem uma substancia importante chamada betaína que, segundo estudos, diminui a substâncias inflamatórias no nosso corpo, auxiliando na redução de diversas doenças e envelhecimento.

Mas a beterraba pode ser consumida em geral nas saladas, sucos, omeletes, cozida no feijão, entre outros.

AJUDA NA PRÁTICA DE EXERCÍCIOS FÍSICOS
Ingerir suco de beterraba auxilia a aumentar a resistência física e permite que atletas, principalmente em provas de resistência como corrida e ciclismo, consigam exercitar por até 16% de tempo a mais, de acordo com um estudo realizado pela University of Exeter, do reino Unido.

O suco de beterraba contém alto teor de nitrito, que é transformada em nitrato (nitração) e a mesma se modifica para óxido nítrico (NO2). O óxido nítrico, como já foi citado, é responsável de fazer um relaxamento da musculatura da parede dos vasos sanguíneos, resultando em uma vasodilatação e aumento do fluxo de sangue, diminuindo a pressão arterial, aumentando a absorção de nutrientes nos músculos do corpo. Isso resultará em aumento de massa magra, aumento de força (devido maior velocidade da contração da fibra muscular) e uma melhor recuperação muscular após o exercício com um incremento a mais de resistência física.

No pré-treino prefira ingerir o suco (que leva uma beterraba pequena ou média com água) até 60 minutos antes do treino, tempo suficiente para ter o aumento da perfusão sanguínea.

Há também o suco rosa, que é a combinação de laranja com beterraba crua, resultado de um estudo publicado no Journal of Applied Physiology pelo professor Andy Jones. Este estudo demonstra que a mistura melhora em até 10% o desempenho físico, e ainda ajuda na recuperação muscular. A grande vedete deste suco é a beterraba que é uma excelente fonte de óxido nítrico, que promove a dilatação dos vasos sanguíneos, melhorando a absorção de micronutrientes no organismo. A laranja por sua vez, além de ser rica em vitamina C, tem a função de combater os radicais livres que são gerados com os exercícios físicos.

Dra. Valéria Viana 
NUTROLOGIA - CRM 76838/SP

fonte: (MinhaVida)

Veja mais aqui: BANANA UMA FRUTA SURPREENDENTE


terça-feira, 5 de abril de 2016

VEGANISMO E VEGETARIANISO PODEM SALVAR VIDAS

Pesquisa indica que a alimentação vegana pode ajudar a salvar até 8 milhões de vidas se for adotado pelo mundo todo - e que a carne vermelha é um perigo...

A dieta é mais importante do que você poderia imaginar. Calma, não estamos entrando naquela velha história de exclusão e de padronização que tanto faz mal. Mas da forma como você e boa parte do planeta se alimenta.

Uma pesquisa publicada pela Proceedings of the National Academy of Sciences of the United States of America aponta que, ao contrário de alguns medos comuns que a desinformação pode causar, a dieta vegana pode ser muito boa para você - e, claro, para o planeta todo também.

Segundo o relatório divulgado pelos pesquisadores, se todas pessoas adotassem o veganismo - que exclui alimentos de origem animal, incluindo carne, ovos, leite e seus derivados -, 8,1 milhões de vidas seriam salvas até 2050. Ou seja: teríamos 8,1 milhões a menos de vítimas de doenças associadas a diabetes, obesidade, problemas cardíacos e câncer, comumente ligadas com a dieta atual.

Se o mundo adotasse o vegetarianismo, por exemplo, 7,3 milhões de mortes seriam evitadas e US$ 1,06 trilhão por ano seriam economizados globalmente.
[...]

O principal vilão é a carne vermelha. Sem o item na dieta, 51% das mortes poderiam ser evitadas, segundo a pesquisa.

(Revista Super Interessante)

Nota: Achei esta matéria realmente super interessante, não pelo fato das informações contidas nela, mas sim devido essas informações serem veiculadas por uma revista evolucionista. Sim! A Revista Super Interessante é uma revista evolucionista, e a maioria dos evolucionistas pregam o regime cárneo alegando que os nossos ancestrais viviam a base de carnes de animais caçados por eles.
Desta vez parabenizo a Revista pela integridade em suas informações e pela sua imparcialidade, pois a dieta vegana e vegetariana foi a dieta original que Deus deixou para a humanidade, e esta dieta está contida na Bíblia, somente depois da entrada do pecado após o dilúvio que o homem passou a se alimentar de carne, mas antes disso Deus deu ao homem somente sementes, frutas e ervas para que lhe servisse de mantimento. Para maiores informações leia os seguintes textos:

(Gênesis: 1 29) (Gênesis 3:19)


[W.O]

quarta-feira, 30 de março de 2016

A VERDADEIRA APARÊNCIA DE JESUS

[...]
Ele era moreno, baixinho e de cabelo curto...
A Bíblia não fala sobre a aparência de Jesus, Isso deu liberdade para que artistas construíssem a imagem de Cristo de acordo com suas próprias interpretações. Os do Renascimento, por exemplo, desenhavam Jesus à imagem e semelhança dos nobres do norte da Itália. E essa foi a imagem que ficou.

Ok. Mas vamos à ciência: esqueletos de judeus do século 1 indicam que a altura média deles era de mais ou menos 1,55 m. E que a maioria não pesava muito mais do que 50 quilos. Então o físico de Jesus estaria dentro dessa faixa. E mesmo se fosse bem alto para a época, com 1,65 m, por exemplo, ainda seria pequeno para os padrões de hoje. Determinar o rosto é mais difícil. Mas uma equipe de pesquisadores britânicos liderada por Richard Neave, um especialista em ciência forense, conseguiu uma aproximação boa. Usando como base três crânios do século 1, eles lançaram mão de softwares de modelagem 3D para determinar qual seria o formato do nariz, dos olhos, da boca... enfim, do rosto de um adulto típico da época. O resultado foi uma face parecida com a do retrato que abre esta reportagem. Não que aquilo seja de fato o rosto de Cristo. Mas que se trata de uma aproximação cientificamente confiável, se trata.

Quanto à cor da pele, a hipótese mais provável é que fosse morena, como era, e continua sendo, a da maior parte das pessoas no Oriente Médio. E como seria a de praticamente qualquer um que passasse a vida toda ao ar livre naquele calor de lascar. Bom, sobre o cabelo dele quem dá a maior pista é a própria Bíblia. No livro 1 Coríntios, Paulo diz que "cabelo comprido é uma desonra para o homem". O maior divulgador do cristianismo no século 1 provavelmente não diria isso se Jesus tivesse sido notório pela cabeleira. Na verdade, as primeiras representações conhecidas de Cristo, feitas no século 3, mostram um Jesus de cabelo curto. E sem barba, até. "A ideia era mostrar que se tratava de um jovem", diz Chevitarese. A inspiração desses artistas eram as esculturas de Apolo e Orfeu, deuses gregos também retratados como jovens imberbes. Por volta do século 5, essa primeira imagem de um Jesus jovial e imberbe perdeu espaço para uma outra, em que ele está de barba e cabelos longos e escuros.

Esse Jesus moreno e barbudo surgiu no Império Bizantino e é conhecido como Cristo Pantocrator ("todo poderoso" em grego). "Os bizantinos começam a atribuir à figura de Jesus um caráter de invencível. E essa representação de alguma forma coincidia com as que eles faziam dos próprios imperadores bizantinos", diz Chevitarese.

Os renascentistas, depois, também fariam um Jesus à imagem e semelhança das pessoas que conheciam, e que achavam mais bonitas. Daí a pele clara, os cabelo dourado e os olhos azuis. Nas últimas décadas, porém, artistas (e cineastas) têm se esforçado para não representar Jesus como um nórdico. Em A Paixão de Cristo (2004), de Mel Gibson, o protagonista Jim Caviezel chegou a ter os seus olhos azuis transformados em castanhos. Mas ainda falta um filme realista para valer nesse quesito. [...]

[E quanto a história do "Santo Sudário", é apenas um mito controverso inclusive  entre os teólogos católicos]

(Super Interessante)

sábado, 12 de março de 2016

HUMANOS E CHIMPANZÉS. O MITO DOS 99%

Não há nada de novo no título desta postagem. Porém, a suposta diferença de 1% em nível genético entre o ser humano e o chimpanzé continua a ser propagada nos meios de divulgação científica, e principalmente nos livros didáticos. Desde 1975, essa estatística enganosa tem sido apresentada como evidência clara de que os humanos e os chimpanzés estariam intimamente relacionados na árvore evolutiva da vida. A famosa estatística de 99% foi baseada na comparação de apenas 97 genes entre os respectivos genomas. O genoma humano contém cerca de 19.000 genes. Portanto, 97 genes representam apenas cerca de 0,5% de todo o nosso genoma. Além do mais, a década de 70 estava bem distante do ano em que foi possível comparar diretamente as “letras” individuais (pares de bases) do DNA de humanos e chimpanzés – o primeiro rascunho do DNA humano não foi publicado até 2001. Em 2005, quando o genoma do chimpanzé foi publicado, houve um frenesi na mídia sugerindo que agora tinham provas de que chimpanzés e humanos compartilhavam aproximadamente 99% do mesmo DNA.[5] No entanto, não foi bem isso o que ocorreu. Cada vez mais as pesquisas genéticas revelam que a percentagem de similaridade de DNA tem sido extremamente exagerada.

Em 2013, por exemplo, um estudo experimental realizado por Tomkins, um geneticista norte-americano, demonstrou que apenas 69% do cromossomo X e 43% do cromossomo Y do chimpanzé eram semelhantes aos do humano. Ademais, o nível de similaridade genética (DNA) entre essas espécies é de cerca de 70%, ao invés dos supostos 99% apresentados nos livros didáticos. A variação desses valores é, em parte, devido a cada vez maiores conjuntos de dados que se tornam disponíveis para comparação, mas, principalmente, devido a diferentes pressupostos utilizados no cálculo das porcentagens. Por exemplo, o grau mais elevado de similaridade (99%) relatado por cientistas evolucionistas foi obtido por análise de sequências únicas de DNA que correspondem a partes reais do código genético. Entretanto, as estimativas de menor similaridade (criacionismo ou design inteligente) refletem, por vezes, alinhamentos que incluem vastas extensões de DNA com as regiões não codificantes.

As discrepâncias espalhadas na literatura em relação ao grau de similaridade genética entre humanos e chimpanzés corroboram os dados apresentados por Tomkins. Pesquisas anteriores apresentaram um percentual de similaridade entre as espécies que varia de 70%, em análises de grandes segmentos de DNA não codificantes de proteínas;~70% quando analisadas as sequencias de DNA do cromossomo Y: 77% na análise do genoma completo;[9] 77,9% na análise do cromossomo 22; 86,7% na análise da região HLA; 93,6% na análise do genoma, levando em consideração o número de cópias dos genes (duplicações gênicas);e 95,2% em análise de cinco grandes sequências de DNA, caindo para ~87% quando inseridas as sequências completas de alta qualidade.

Em 2007, um artigo publicado na revista Science afirmou que a noção popular de que os seres humanos e os chimpanzés são em nível de DNA geneticamente semelhantes em 99% é um mito, e deve ser descartado devido à imprecisão estatística que já era conhecida desde o início de estudos a respeito desse tema. Ainda assim o mito do 1% foi perpetuado em 2012 na mesma revista.

E o que dizer das características principais que tornam os seres humanos e os macacos diferentes, tais como a função cerebral e grandes diferenças de regulação entre genes expressos no cérebro? Em 1975, King e Wilson já haviam postulado que as principais diferenças entre humanos e macacos se devem em grande parte a fatores que controlam a expressão gênica: “Nós sugerimos que mudanças evolucionárias na anatomia e modo de vida são mais frequentemente baseadas em alterações nos mecanismos que controlam a expressão de genes do que em mudanças de sequência em proteínas. Propomos, portanto, que as mutações reguladoras representam as principais diferenças biológicas entre os humanos e os chimpanzés.”

Quando o fator “expressão gênica” é avaliado, muitas diferenças genéticas entre humanos e chimpanzés são encontradas. Por exemplo, Oldham e colaboradores publicaram um artigo descrevendo redes genéticas em cérebros humanos e de chimpanzés. De acordo com esses autores, 17,4% das ligações de rede no cérebro foram encontradas no ser humano, mas não no chimpanzé. Eles reafirmaram o postulado de King e Wilson ao dizer que “o maior grau de homologia de sequência entre as proteínas humanas e de chimpanzés suporta a hipótese de longa data de que muitas diferenças fenotípicas entre as espécies refletem diferenças na regulação da expressão genética, em adição às diferenças em sequências de aminoácidos.”

Sem a pretensão de esgotar o assunto, os estudos apresentados representam apenas alguns exemplos dentre diversas outras evidências disponíveis na literatura. Com a publicação contínua de dados do projeto ENCODE,[18] vai se tornar cada vez mais distante a suposta similaridade genética entre as espécies e, portanto, mais difícil manter a mitologia da diferença de 1%.

(Everton Fernando Alves)

(Para maiores informações e referências veja aqui

PARA UMA VIDA RICA E FELIZ, ESTUDOS SUGEREM QUE VOCÊ DEVE SE CASAR

[É interessante notar como, volta e meia, os pesquisadores chegam a conclusões cujas ideias básicas já estavam muito tempo antes descritas na Bíblia Sagrada. Esta é mais uma delas:] Aí vai um conselho pouco convencional nos dias de hoje, talvez até meio antiquado, para levar uma vida com mais dinheiro, menos estresse e mais felicidade: case-se. A recomendação não é nossa, mas de pesquisadores que analisaram como o casamento afeta o bem-estar do homem. John Helliwell e Shawn Grover, ambos do Canadá, publicaram um estudo no National Bureau of Economic Research sobre o assunto. O diferencial da pesquisa deles é que ela levou em conta também o nível de felicidade antes do casamento, assim foi possível saber em que medida a união com uma mulher de fato mudou a vida do homem. O estudo chegou a quatro conclusões:

1. Aqueles que se casam são mais satisfeitos com a vida do que os que permanecem solteiros, mesmo quando considerado o nível de felicidade pré-matrimônio.

2. Os benefícios do casamento persistem em longo prazo, ainda que as grandes vantagens da união surjam logo após formalizá-la.

3. O casamento se mostra mais importante durante a meia idade, quando crises emocionais costumam ser mais frequentes, porque provê amparo para enfrentá-las.

4. Homens que tornam as esposas suas melhores amigas têm em média o dobro de benefícios do que os demais dos pontos de vista financeiro e de felicidade.

“Os maiores benefícios aparecem em ambientes de alto estresse, e pessoas que são casadas conseguem lidar com o estresse de meia idade melhor porque elas compartilham a carga e compartilham uma amizade”, resumiu Halliwell em entrevista ao The New York Times.

Os resultados coincidem com os que teve Jay Zagorsky, pesquisador da Universidade do Estado de Ohio, nos Estados Unidos, em 2013. Ele levantou dados do censo americano que mostravam que em 2010 um casal com idades entre 55 e 64 ganhava US$ 261 mil por ano, ante US$ 71 mil de um homem solteiro e US$ 39 mil de uma mulher solteira. Obviamente, duas remunerações somadas serão maiores que uma só, mas há mais por trás disso.

Um homem casado pode trabalhar 12 horas por dia num certo período para ganhar uma promoção, e a mulher o ajudará a resolver os afazeres domésticos. Depois que o sexo feminino diminuiu a desigualdade perante o masculino na sociedade, esse padrão inverteu em diversos casais, mas os manteve no mesmo sentido: forças somadas e estáveis fazem diferença.

Mas tenha em mente que para um divorciado, em termos de riqueza, seria melhor ter continuado solteiro por mais tempo. Zagorsky concluiu que o patrimônio da pessoa que desiste de um casamento cai em média 77% após assinar os papéis da separação. Embora os dados não digam com certeza por que isso acontece, o pesquisador especulou que os gastos com os procedimentos jurídicos pesam no bolso de quem passa por isso.

(GQ Brasil via Criacionismo)
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