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Palavra do dia

"Eis que DEUS é meu ajudador, o SENHOR é quem me sustenta a vida." (SALMO 54:4)


terça-feira, 5 de abril de 2016

VEGANISMO E VEGETARIANISO PODEM SALVAR VIDAS

Pesquisa indica que a alimentação vegana pode ajudar a salvar até 8 milhões de vidas se for adotado pelo mundo todo - e que a carne vermelha é um perigo...

A dieta é mais importante do que você poderia imaginar. Calma, não estamos entrando naquela velha história de exclusão e de padronização que tanto faz mal. Mas da forma como você e boa parte do planeta se alimenta.

Uma pesquisa publicada pela Proceedings of the National Academy of Sciences of the United States of America aponta que, ao contrário de alguns medos comuns que a desinformação pode causar, a dieta vegana pode ser muito boa para você - e, claro, para o planeta todo também.

Segundo o relatório divulgado pelos pesquisadores, se todas pessoas adotassem o veganismo - que exclui alimentos de origem animal, incluindo carne, ovos, leite e seus derivados -, 8,1 milhões de vidas seriam salvas até 2050. Ou seja: teríamos 8,1 milhões a menos de vítimas de doenças associadas a diabetes, obesidade, problemas cardíacos e câncer, comumente ligadas com a dieta atual.

Se o mundo adotasse o vegetarianismo, por exemplo, 7,3 milhões de mortes seriam evitadas e US$ 1,06 trilhão por ano seriam economizados globalmente.
[...]

O principal vilão é a carne vermelha. Sem o item na dieta, 51% das mortes poderiam ser evitadas, segundo a pesquisa.

(Revista Super Interessante)

Nota: Achei esta matéria realmente super interessante, não pelo fato das informações contidas nela, mas sim devido essas informações serem veiculadas por uma revista evolucionista. Sim! A Revista Super Interessante é uma revista evolucionista, e a maioria dos evolucionistas pregam o regime cárneo alegando que os nossos ancestrais viviam a base de carnes de animais caçados por eles.
Desta vez parabenizo a Revista pela integridade em suas informações e pela sua imparcialidade, pois a dieta vegana e vegetariana foi a dieta original que Deus deixou para a humanidade, e esta dieta está contida na Bíblia, somente depois da entrada do pecado após o dilúvio que o homem passou a se alimentar de carne, mas antes disso Deus deu ao homem somente sementes, frutas e ervas para que lhe servisse de mantimento. Para maiores informações leia os seguintes textos:

(Gênesis: 1 29) (Gênesis 3:19)


[W.O]

quarta-feira, 30 de março de 2016

A VERDADEIRA APARÊNCIA DE JESUS

[...]
Ele era moreno, baixinho e de cabelo curto...
A Bíblia não fala sobre a aparência de Jesus, Isso deu liberdade para que artistas construíssem a imagem de Cristo de acordo com suas próprias interpretações. Os do Renascimento, por exemplo, desenhavam Jesus à imagem e semelhança dos nobres do norte da Itália. E essa foi a imagem que ficou.

Ok. Mas vamos à ciência: esqueletos de judeus do século 1 indicam que a altura média deles era de mais ou menos 1,55 m. E que a maioria não pesava muito mais do que 50 quilos. Então o físico de Jesus estaria dentro dessa faixa. E mesmo se fosse bem alto para a época, com 1,65 m, por exemplo, ainda seria pequeno para os padrões de hoje. Determinar o rosto é mais difícil. Mas uma equipe de pesquisadores britânicos liderada por Richard Neave, um especialista em ciência forense, conseguiu uma aproximação boa. Usando como base três crânios do século 1, eles lançaram mão de softwares de modelagem 3D para determinar qual seria o formato do nariz, dos olhos, da boca... enfim, do rosto de um adulto típico da época. O resultado foi uma face parecida com a do retrato que abre esta reportagem. Não que aquilo seja de fato o rosto de Cristo. Mas que se trata de uma aproximação cientificamente confiável, se trata.

Quanto à cor da pele, a hipótese mais provável é que fosse morena, como era, e continua sendo, a da maior parte das pessoas no Oriente Médio. E como seria a de praticamente qualquer um que passasse a vida toda ao ar livre naquele calor de lascar. Bom, sobre o cabelo dele quem dá a maior pista é a própria Bíblia. No livro 1 Coríntios, Paulo diz que "cabelo comprido é uma desonra para o homem". O maior divulgador do cristianismo no século 1 provavelmente não diria isso se Jesus tivesse sido notório pela cabeleira. Na verdade, as primeiras representações conhecidas de Cristo, feitas no século 3, mostram um Jesus de cabelo curto. E sem barba, até. "A ideia era mostrar que se tratava de um jovem", diz Chevitarese. A inspiração desses artistas eram as esculturas de Apolo e Orfeu, deuses gregos também retratados como jovens imberbes. Por volta do século 5, essa primeira imagem de um Jesus jovial e imberbe perdeu espaço para uma outra, em que ele está de barba e cabelos longos e escuros.

Esse Jesus moreno e barbudo surgiu no Império Bizantino e é conhecido como Cristo Pantocrator ("todo poderoso" em grego). "Os bizantinos começam a atribuir à figura de Jesus um caráter de invencível. E essa representação de alguma forma coincidia com as que eles faziam dos próprios imperadores bizantinos", diz Chevitarese.

Os renascentistas, depois, também fariam um Jesus à imagem e semelhança das pessoas que conheciam, e que achavam mais bonitas. Daí a pele clara, os cabelo dourado e os olhos azuis. Nas últimas décadas, porém, artistas (e cineastas) têm se esforçado para não representar Jesus como um nórdico. Em A Paixão de Cristo (2004), de Mel Gibson, o protagonista Jim Caviezel chegou a ter os seus olhos azuis transformados em castanhos. Mas ainda falta um filme realista para valer nesse quesito. [...]

[E quanto a história do "Santo Sudário", é apenas um mito controverso inclusive  entre os teólogos católicos]

(Super Interessante)

sábado, 12 de março de 2016

HUMANOS E CHIMPANZÉS. O MITO DOS 99%

Não há nada de novo no título desta postagem. Porém, a suposta diferença de 1% em nível genético entre o ser humano e o chimpanzé continua a ser propagada nos meios de divulgação científica, e principalmente nos livros didáticos. Desde 1975, essa estatística enganosa tem sido apresentada como evidência clara de que os humanos e os chimpanzés estariam intimamente relacionados na árvore evolutiva da vida. A famosa estatística de 99% foi baseada na comparação de apenas 97 genes entre os respectivos genomas. O genoma humano contém cerca de 19.000 genes. Portanto, 97 genes representam apenas cerca de 0,5% de todo o nosso genoma. Além do mais, a década de 70 estava bem distante do ano em que foi possível comparar diretamente as “letras” individuais (pares de bases) do DNA de humanos e chimpanzés – o primeiro rascunho do DNA humano não foi publicado até 2001. Em 2005, quando o genoma do chimpanzé foi publicado, houve um frenesi na mídia sugerindo que agora tinham provas de que chimpanzés e humanos compartilhavam aproximadamente 99% do mesmo DNA.[5] No entanto, não foi bem isso o que ocorreu. Cada vez mais as pesquisas genéticas revelam que a percentagem de similaridade de DNA tem sido extremamente exagerada.

Em 2013, por exemplo, um estudo experimental realizado por Tomkins, um geneticista norte-americano, demonstrou que apenas 69% do cromossomo X e 43% do cromossomo Y do chimpanzé eram semelhantes aos do humano. Ademais, o nível de similaridade genética (DNA) entre essas espécies é de cerca de 70%, ao invés dos supostos 99% apresentados nos livros didáticos. A variação desses valores é, em parte, devido a cada vez maiores conjuntos de dados que se tornam disponíveis para comparação, mas, principalmente, devido a diferentes pressupostos utilizados no cálculo das porcentagens. Por exemplo, o grau mais elevado de similaridade (99%) relatado por cientistas evolucionistas foi obtido por análise de sequências únicas de DNA que correspondem a partes reais do código genético. Entretanto, as estimativas de menor similaridade (criacionismo ou design inteligente) refletem, por vezes, alinhamentos que incluem vastas extensões de DNA com as regiões não codificantes.

As discrepâncias espalhadas na literatura em relação ao grau de similaridade genética entre humanos e chimpanzés corroboram os dados apresentados por Tomkins. Pesquisas anteriores apresentaram um percentual de similaridade entre as espécies que varia de 70%, em análises de grandes segmentos de DNA não codificantes de proteínas;~70% quando analisadas as sequencias de DNA do cromossomo Y: 77% na análise do genoma completo;[9] 77,9% na análise do cromossomo 22; 86,7% na análise da região HLA; 93,6% na análise do genoma, levando em consideração o número de cópias dos genes (duplicações gênicas);e 95,2% em análise de cinco grandes sequências de DNA, caindo para ~87% quando inseridas as sequências completas de alta qualidade.

Em 2007, um artigo publicado na revista Science afirmou que a noção popular de que os seres humanos e os chimpanzés são em nível de DNA geneticamente semelhantes em 99% é um mito, e deve ser descartado devido à imprecisão estatística que já era conhecida desde o início de estudos a respeito desse tema. Ainda assim o mito do 1% foi perpetuado em 2012 na mesma revista.

E o que dizer das características principais que tornam os seres humanos e os macacos diferentes, tais como a função cerebral e grandes diferenças de regulação entre genes expressos no cérebro? Em 1975, King e Wilson já haviam postulado que as principais diferenças entre humanos e macacos se devem em grande parte a fatores que controlam a expressão gênica: “Nós sugerimos que mudanças evolucionárias na anatomia e modo de vida são mais frequentemente baseadas em alterações nos mecanismos que controlam a expressão de genes do que em mudanças de sequência em proteínas. Propomos, portanto, que as mutações reguladoras representam as principais diferenças biológicas entre os humanos e os chimpanzés.”

Quando o fator “expressão gênica” é avaliado, muitas diferenças genéticas entre humanos e chimpanzés são encontradas. Por exemplo, Oldham e colaboradores publicaram um artigo descrevendo redes genéticas em cérebros humanos e de chimpanzés. De acordo com esses autores, 17,4% das ligações de rede no cérebro foram encontradas no ser humano, mas não no chimpanzé. Eles reafirmaram o postulado de King e Wilson ao dizer que “o maior grau de homologia de sequência entre as proteínas humanas e de chimpanzés suporta a hipótese de longa data de que muitas diferenças fenotípicas entre as espécies refletem diferenças na regulação da expressão genética, em adição às diferenças em sequências de aminoácidos.”

Sem a pretensão de esgotar o assunto, os estudos apresentados representam apenas alguns exemplos dentre diversas outras evidências disponíveis na literatura. Com a publicação contínua de dados do projeto ENCODE,[18] vai se tornar cada vez mais distante a suposta similaridade genética entre as espécies e, portanto, mais difícil manter a mitologia da diferença de 1%.

(Everton Fernando Alves)

(Para maiores informações e referências veja aqui

PARA UMA VIDA RICA E FELIZ, ESTUDOS SUGEREM QUE VOCÊ DEVE SE CASAR

[É interessante notar como, volta e meia, os pesquisadores chegam a conclusões cujas ideias básicas já estavam muito tempo antes descritas na Bíblia Sagrada. Esta é mais uma delas:] Aí vai um conselho pouco convencional nos dias de hoje, talvez até meio antiquado, para levar uma vida com mais dinheiro, menos estresse e mais felicidade: case-se. A recomendação não é nossa, mas de pesquisadores que analisaram como o casamento afeta o bem-estar do homem. John Helliwell e Shawn Grover, ambos do Canadá, publicaram um estudo no National Bureau of Economic Research sobre o assunto. O diferencial da pesquisa deles é que ela levou em conta também o nível de felicidade antes do casamento, assim foi possível saber em que medida a união com uma mulher de fato mudou a vida do homem. O estudo chegou a quatro conclusões:

1. Aqueles que se casam são mais satisfeitos com a vida do que os que permanecem solteiros, mesmo quando considerado o nível de felicidade pré-matrimônio.

2. Os benefícios do casamento persistem em longo prazo, ainda que as grandes vantagens da união surjam logo após formalizá-la.

3. O casamento se mostra mais importante durante a meia idade, quando crises emocionais costumam ser mais frequentes, porque provê amparo para enfrentá-las.

4. Homens que tornam as esposas suas melhores amigas têm em média o dobro de benefícios do que os demais dos pontos de vista financeiro e de felicidade.

“Os maiores benefícios aparecem em ambientes de alto estresse, e pessoas que são casadas conseguem lidar com o estresse de meia idade melhor porque elas compartilham a carga e compartilham uma amizade”, resumiu Halliwell em entrevista ao The New York Times.

Os resultados coincidem com os que teve Jay Zagorsky, pesquisador da Universidade do Estado de Ohio, nos Estados Unidos, em 2013. Ele levantou dados do censo americano que mostravam que em 2010 um casal com idades entre 55 e 64 ganhava US$ 261 mil por ano, ante US$ 71 mil de um homem solteiro e US$ 39 mil de uma mulher solteira. Obviamente, duas remunerações somadas serão maiores que uma só, mas há mais por trás disso.

Um homem casado pode trabalhar 12 horas por dia num certo período para ganhar uma promoção, e a mulher o ajudará a resolver os afazeres domésticos. Depois que o sexo feminino diminuiu a desigualdade perante o masculino na sociedade, esse padrão inverteu em diversos casais, mas os manteve no mesmo sentido: forças somadas e estáveis fazem diferença.

Mas tenha em mente que para um divorciado, em termos de riqueza, seria melhor ter continuado solteiro por mais tempo. Zagorsky concluiu que o patrimônio da pessoa que desiste de um casamento cai em média 77% após assinar os papéis da separação. Embora os dados não digam com certeza por que isso acontece, o pesquisador especulou que os gastos com os procedimentos jurídicos pesam no bolso de quem passa por isso.

(GQ Brasil via Criacionismo)

sábado, 27 de fevereiro de 2016

DE ACORDO COM A BÍBLIA NÓS VIEMOS TODOS DE UMA MESMA MULHER E DE ACORDO COM A CIÊNCIA, TAMBÉM

DNA Mitocondrial: viemos todos de uma mesma mulher

A Dra. Rebecca L. Cann, do Departamento de Biologia da Universidade da Califórnia, em Berkeley, realizou uma pesquisa com o intuito de descobrir a origem da raça humana através do mtDNA (DNA Mitocondrial).[1] Rebecca e a equipe realizaram testes com 147 indivíduos, das cinco populações geográficas do nosso planeta, de todos os grupos de seres humanos, e concluiu que todos possuíam um mtDNA idêntico. Portanto, todos teriam uma mesma ancestral em comum: a Eva Mitocondrial. Alguns naturalistas, tentando se esquivar das implicações bíblicas que tal descoberta possui, afirmam que não houve apenas uma única mulher que deu origem a todos nós, mas um grupo formado por várias mulheres (e vários homens),[2] porém não é isso o que os estudos indicam; tal posicionamento parte de pressupostos metafísicos. Se a premissa desses naturalistas estivesse correta, a pesquisa mostraria que um determinado grupo de pessoas veio de uma única ancestral, outro grupo veio de outra ancestral, e assim por diante, mas os resultados mostram que todos viemos de uma única e mesma mulher. Não há razões suficientes, também, para se crer que a Eva Mitocondrial foi a única capaz de produzir uma linhagem direta até os dias atuais, em detrimento das “outras evas”.

Muitos cientistas evolucionistas também tentaram descobrir quando e onde a primeira mulher haveria surgido. A conclusão deles foi que ela era africana e surgiu há pelo menos 200 mil anos. Essa conclusão veio principalmente por meio de métodos baseados em datação radiométrica.

Contrariando tais suposições de muitos evolucionitas, um estudo feito pelos doutores Lawrence Loewe e Siegfried Sherer afirma que, se compararmos o tempo necessário para que as pequenas variações genéticas passassem a fazer parte do material genético de um grupo de indivíduos com o número dessas variações do mtDNA, chegaríamos à conclusão de que a primeira mulher teria surgido em algum tempo entre 6000-6500 anos atrás; ou talvez até algum tempo a mais.

An Gibbons, escreve que “os investigadores calcularam que a ‘Eva mitocondrial’ – a mulher cujo mtDNA foi ancestral de todos os seres humanos – viveu entre 100.000 a 200.000 anos atrás, na África. Utilizando o novo relógio, ela teria uns meros 6.000 anos.”

Implicações criacionistas

Segundo o relato bíblico sobre a criação da raça humana, todos nós teríamos vindo de uma única mulher: Eva (Gn 3:20). E durante muito tempo os cientistas evolucionistas ridicularizaram os cristãos por crerem que todos teríamos realmente vindo do primeiro casal criado por Deus. Sem bases sólidas, e com o desejo ardente de querer harmonizar a Bíblia com a ciência, muitos cristãos optaram por abraçar o dogma evolucionista e acabaram por deturpar o Gênesis, considerando-o nada mais que uma parábola, para não dizer “um mito”.

Alguns até mesmo argumentam que Adão e Eva não foram pessoas reais, mas apenas “imagens” que figuravam todos os homens e todas as mulheres que foram surgindo através da evolução que, para eles, foi supostamente ocasionada por Deus. Há argumentos que dizem que Adão não é um nome próprio, mas, sim, um substantivo que quer dizer “homem” ou “ser humano”.

Mas, mesmo que “Adão” tenha realmente um significado com a palavra “homem”, o próprio apóstolo Paulo ensinou que Adão era um nome próprio dado ao primeiro ser humano criado (não evoluído) por Deus. Ele diz aos coríntios: “O primeiro homem, Adão, foi feito em alma vivente” (1Co 15:45). Ele também o compara ao senhor Jesus: “Porque, assim como todos morrem em Adão, assim também todos serão vivificados em Cristo” (1Co 15:22). O evangelista Lucas também coloca Adão como sendo o primeiro na ancestralidade de Jesus (Lc 2:38); não há um só versículo que se refira ao primeiro casal como mera parábola ou mito.

Além disso, como vimos, temos bases científicas para afirmar que todos realmente viemos de uma única e mesma mulher (mtDNA). A verdade é que, quanto mais o tempo passa, mais a ciência revela caminhos que nos direcionam diretamente ao Gênesis, da forma como foi revelado e escrito.

E os dados a respeito de quando surgiu o primeiro mtDNA tornam as histórias de Adão e Eva ainda mais evidentes, pois se calcularmos as datas desde a criação de Adão e Eva até os dias atuais, teriam se passado cerca de 6.000 anos; porém, levando em consideração que as genealogias nem sempre estão completas (como no caso da genealogia de Jesus, descrita nos evangelhos), pode ser que esse tempo seja um pouco mais esticado, podendo chegar a aproximados 10.000 anos, por exemplo.

Uma geneticista em favor do primeiro casal

Utilizando-se dos dados fornecidos sobre o mtDNA, uma conceituada geneticista molecular promove palestras defendendo a existência histórica de Adão e Eva. Seu nome é Georgia Purdom, PhD em genética molecular pela Universidade de Ohio State, e seu mais recente trabalho, um documentário em DVD, chama-se “A Genética de Adão e Eva”.

Purdom diz que “a genética mostra claramente que humanos e chimpanzés não compartilham um ancestral comum. Há muitas, muitas diferenças em seu DNA que minam completamente a possibilidade de ancestralidade compartilhada”.

De fato, é inaceitável, do ponto de vista bíblico, a junção daquilo que dizem as Escrituras e o que afirma a visão de mundo naturalista e também a relativista. Não precisamos abraçar “fábulas engenhosamente inventadas” (2Pe 1:16), como disse o apóstolo Pedro. O que precisamos é aceitar o quanto antes que a Palavra de Deus foi divinamente inspirada (2Tm 3:16), e que é digna de toda aceitação, pois no fim das contas toda a criação revelará Deus e Suas obras (Rm 1:20).

(Gabriell Stevenson, Apologética 21)

Para maiores informações sobre referências acesse o Blog Criacionismo

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

VERDADES E MENTIRAS - MITOS DA CRIAÇÃO

                                                                                     [Por Michelson Borges]

A Bíblia pinta o quadro da criação e da queda de forma simples e direta. E se os primeiros capítulos de Gênesis fossem aceitos como relato histórico fidedigno, muitas dúvidas a respeito dos efeitos da maldade sobre o mundo e mesmo sobre o caráter de Deus seriam desfeitas. Afinal, como explicar a existência da morte, das doenças, das tragédias, da violência e de todas as mazelas que parecem fazer parte inerente da história da humanidade? Como aceitar que um Deus de amor crie flores e espinhos? Como aceitar que, para sobreviver, animais tenham que se alimentar uns dos outros? Teriam a cadeia alimentar e a morte sido criadas como elementos constitutivos normais da criação de Deus? Difícil aceitar essas contradições e fácil entender por que muitos acabam enveredando pelos caminhos do ceticismo e do ateísmo.

Mas por que será que essa resistência quanto à historicidade do livro bíblico de Gênesis tem se intensificado cada vez mais? É comum ver livros, artigos, filmes e estudiosos de diversas áreas – inclusive teólogos – apresentando o relato da Criação como uma alegoria ou “conto da carochinha”. Na verdade, Satanás vem preparando o terreno para isso faz muito tempo. E começou com os chamados mitos de criação.

Quando se analisam os relatos de culturas antigas a respeito da criação do mundo, logo de início se pode perceber a diferença entre eles e o texto bíblico sobre as origens. Veja alguns desses relatos mitológicos:

Após Anu ter criado os céus,
E os céus terem criado a terra,
E a terra ter criado os rios,
E os rios terem criado os canais,
E os canais terem criado o pântano,
E o pântano ter criado o verme,
O verme procurou Shamash chorando,
Suas lágrimas se derramando diante de Ea:
“O que me darás como comida,
O que me darás para beber?”
“Eu te darei o figo seco
E o damasco.”
“O que representam eles para mim? O figo seco
E o damasco!
Eleve-me, e entre os dentes
E as gengivas deixe-me morar!...”
Por teres dito isto, ó verme,
Possa Ea destruir-te com a força da
Sua mão!

Esse texto faz parte de um encantamento contra o verme que os assírios de 1000 a.C. imaginavam que provocava a dor de dente. Ele começa com a origem do Universo e termina com a “cura” da dor de dente.

Agora leia estes outros:

Os primeiros homens criados e formados foram chamados de Feiticeiros do Riso Fatal, Feiticeiros da Noite, Os Desleixados e Feiticeiros Negros... Foram dotados de inteligência e sabiam tudo o que havia no mundo. Quando olhavam, viam instantaneamente tudo ao redor, e eles contemplaram a volta do arco dos céus e da face arredondada da terra... [Então o criador disse]: ‘Eles sabem tudo... o que deveremos fazer com eles agora? Deixe que a visão deles alcance somente uma pequena parte da face da terra! [...] Não são eles, pela própria natureza, simples criaturas resultantes de nosso trabalho? Deverão ser deuses também? (Popol Vuh dos Maias Quiché).

“O que são vocês? De onde vieram? Nunca vi algo como você.” O criador Raven olhou para o homem e ficou... surpreso em descobrir que aquele novo ser estranho era muito parecido com ele (Mito esquimó da criação).

Na Arean estava sozinho no espaço como uma nuvem que flutua no nada. Não dormia porque não havia sono, não estava faminto porque não havia fome. Assim permaneceu por muito tempo, até que veio um pensamento à sua mente. Disse a si mesmo: “Eu farei uma coisa” (Mito do Maiana, Ilhas Gilbert).

No início esse [Universo] não existia. De repente, ele passou a existir, transformando-se em um ovo. Depois de um ano incubando, o ovo chocou. Uma metade da casca era de prata, a outra, de ouro. A metade de prata transformou-se na terra; a metade de ouro, no firmamento. A membrana da clara transformou-se nas montanhas; a membrana mais fina, em torno da gema, em nuvens e neblina. As veias viraram rios; o fluido que pulsava nas veias, oceano. E então nasceu Aditya, o Sol. Gritos de saudação foram ouvidos, partindo de tudo que vivia e de todos os objetos do desejo. E desde então, a cada nascer do Sol, juntamente com o ressurgimento de tudo que vive e de todos os objetos do desejo, gritos de saudação são novamente ouvidos (Chandogya Upanisad, III, 19 [hinduísmo]).

Primeiro havia o grande ovo cósmico; dentro do ovo era o caos, e flutuando no caos estava P’an Ku, o Não Desenvolvido, o divino Embrião. E P’an Ku brotou do ovo, quatro vezes maior do que qualquer homem de hoje, com um martelo e um cinzel em suas mãos, com os quais moldou o mundo (Mito de P’an Ku, China [por volta do século 3]).

A criação do mundo não terminou até que P’an Ku morreu. Somente sua morte pôde aperfeiçoar o Universo: de seu crânio surgiu a abóbada do firmamento, e de sua pele a terra que cobre os campos; de seus ossos vieram as pedras, de seu sangue, os rios e os oceanos; de seu cabelo veio toda a vegetação. Sua respiração se transformou em vento, sua voz, em trovão; seu olho direito se transformou na Lua, seu olho esquerdo, no Sol. De sua saliva e suor veio a chuva. E dos vermes que cobriam seu corpo surgiu a humanidade (Mito de P’an Ku, China [por volta do século 3]).

Embora seja um erro usar valores e símbolos de nossa própria cultura na interpretação de mitos de outras culturas, há detalhes que se repetem nos diversos mitos e que é impossível passar por alto. Invariavelmente, os mitos fazem referência a deidades limitadas, que por vezes não sabem exatamente o que fazem, criam as coisas por acidente ou até morrem. Noutros casos, os deuses são violentos, vingativos e cheios de paixão (como os deuses do panteão grego, por exemplo). Há mitos que mencionam animais falando e coisas inanimadas dando origem espontaneamente à vida, isso quando a própria natureza, ou elementos dela, não são divinizados, conforme escreveu Marcelo Gleiser, em seu livro A Dança do Universo, página 20:

“Os pormenores desse processo de deificação da natureza variam de acordo com a localização, clima ou com o grau de isolamento de um determinado grupo. Em certas culturas, vários deuses controlavam (ou até personificavam) as diferentes manifestações naturais, enquanto em outras a própria natureza era divina, a ‘deusa-mãe’. Rituais e oferendas procuravam conquistar a simpatia divina, garantindo assim a sobrevivência do grupo.”

Sem querer fazer uma análise do ponto de vista da antropologia cultural (deixemos isso para os antropólogos), quero apenas ressaltar que, à medida que o tempo passava e as comunidades humanas se espalhavam a partir do ponto de origem, os relatos a respeito da criação iam tomando contornos próprios e incorporando elementos que, comparados ao relato bíblico, soam bastante estranhos. (Embora praticamente todos os mitos concordem num ponto: o Universo teve um início.)

Apesar das discrepâncias, há também coincidências que surpreendem. Em meu livro Por Que Creio (CPB), publiquei uma entrevista com o doutor em Teologia e Arqueologia Rodrigo Pereira da Silva. Nela, Rodrigo mostra algumas dessas “coincidências” impressionantes. Ele aponta documentos como o Enuma Elish, o Épico de Atrahasis e o Épico de Gilgamesh como tendo fortes paralelos com a descrição bíblica da criação do mundo, a queda do ser humano e a vinda de um dilúvio sobre a Terra. Especialmente com relação ao Enuma Elish e o Gênesis, há a seguinte relação de paralelos: (1) em ambos os livros a água está presente nos estágios iniciais da Criação; (2) no Enuma Elish, a luz emana dos deuses, enquanto no Gênesis é Yahweh quem a cria; (3) o firmamento é criado; (4) aparecem as terras secas; (5) as luminárias celestiais são estabelecidas; (6) o homem é criado no sexto dia, enquanto no Enuma Elish a Criação é descrita no tablete número 6; e (7) no Enuma Elish os deuses descansam após a Criação e a celebram, enquanto no Gênesis, Deus também “descansa” no sétimo dia e celebra a Criação.

“Por causa dessas similaridades, alguns historiadores têm sugerido que o relato bíblico não passa de um plágio de documentos mais antigos. Entretanto, as diferenças (que são muito mais significativas que as similaridades) fazem supor não uma cópia de material, mas antes uma referência múltipla aos mesmos eventos”, comenta Rodrigo.

K. A. Kitchen escreveu, em Ancient Orient and Old Testament: “A suposição comum de que este relato [bíblico] é simplesmente uma versão simplificada de lendas babilônicas é um sofisma em suas bases metodológicas. No antigo Oriente Próximo, a regra é que relatos e tradições podem surgir (por acréscimo ou embelezamento) na elaboração de lendas, mas não o contrário. No antigo Oriente, as lendas não eram simplificadas para se tornar pseudo-história, como tem sido sugerido para o Gênesis.”

Muitos pesquisadores, como Levi Strauss, que consideram o relato da criação mero mito, admitiram que grande surpresa e perplexidade surgem do fato de que esses temas básicos para os mitos da criação são mundialmente os mesmos em diferentes áreas do globo.

A. G. Rooth analisou cerca de 300 mitos de criação encontrados entre tribos indígenas norte-americanas e concluiu que, a despeito de certa variação de costumes e outros fatores culturais, os mais variados grupos concordam em alguns temas principais. Por que essas similaridades de ideias míticas e imagens abundam em culturas tão distantes umas das outras? Rodrigo responde: “A resposta, creio, não poderia ser outra senão a de que todas as tradições se encontram num mesmo evento real que, de fato, ocorreu em algum ponto da história antiga. Esse evento tem que ver com uma criação divina do planeta Terra e uma conseguinte queda moral da humanidade, que então se coloca à espera da redenção prometida.”

As similaridades dos mitos, portanto, apontam para o mesmo evento: a criação do mundo por uma Divindade. As diferenciações, “floreios” e distorções ficam por conta dos homens que se encarregaram de redigir suas versões da história da criação. E é aqui que começa o problema.

Acredito que tenha havido um dedo do inimigo de Deus aí. E como tudo o que ocorre neste mundo tem relação direta ou indireta com o grande conflito cósmico entre o bem e o mal, não seria demais supor que Satanás ajudou a difundir as mais absurdas ideias sobre a origem do Universo e da vida. Assim, numa era mais esclarecida, fundamentada no pensamento científico, nivelar os mitos de criação com o relato de Gênesis seria algo quase inevitável. E foi, de fato, o que ocorreu.

Mas qual é o interesse do inimigo nisso? Simples. O livro de Gênesis é a base de toda a cosmovisão do cristianismo, bem como do judaísmo e do islamismo, religiões que, juntas, abarcam grande parte da população mundial. Especialistas em Novo Testamento dizem que a doutrina de Cristo está edificada sobre a revelação do Antigo Testamento, que, por sua vez, repousa inteiramente sobre o relato de Gênesis. Se a história da queda não aconteceu de fato, Adão e Eva não cometeram pecado e não havia do que a humanidade ser salva. Assim, a crença na morte expiatória de Cristo perde completamente seu significado. Você compreende as implicações? Entende por que modelos científico-filosóficos como o evolucionismo ganharam tanto espaço, especialmente entre as culturas de formação judaico-cristã? Entende por que o ceticismo, o materialismo e o ateísmo avançaram tanto? Minimizando o relato da criação de Gênesis e igualando-o aos demais mitos das culturas ancestrais, Satanás conseguiu fazer com que as pessoas considerassem a Bíblia um alicerce frágil, incapaz de prover respostas para as grandes questões sobre a origem de tudo.

Satanás sabe que Deus é o Criador todo-poderoso que pode, pelo mesmo poder que trouxe tudo do nada à existência, recriar o ser humano pecador à Sua imagem. Sabe que homens e mulheres só podem ser plenamente realizados numa relação de amizade e comunhão com seu Criador; por isso faz de tudo para que as pessoas se afastem do único caminho que pode torna-las verdadeiramente felizes.

Com os diferentes mitos de criação, o inimigo de Deus começou a preparar o palco chamado Terra para seus diabólicos atos seguintes, sempre com o mesmo objetivo: afastar homens e mulheres do Criador e de Sua revelação escrita, distorcendo-Lhe o caráter e arrebanhando mais e mais figurantes para sua peça macabra.

Não se esqueça: o anjo caído é um grande estrategista. Seus planos vêm sendo arquitetados há muito tempo, e logo chegarão a um desfecho. Precisamos estar apercebidos disso.

Declarações bíblicas sobre a criação


“Tu, Senhor, no princípio fundaste a Terra, e os Céus são obra de Tuas mãos” (Hebreus 1:10). Paulo, aqui, reafirma o que Moisés já havia escrito muito tempo antes: “No princípio criou Deus os céus e a terra” (Gênesis 1:1).

“Só Tu és Senhor, Tu fizeste o céu, o céu dos céus e todo o seu exército, a terra e tudo quanto nela há, os mares e tudo quanto há neles; e Tu os preservas a todos com vida” (Neemias 9:6). A Bíblia afirma que Deus não “apenas” criou o Universo, como também o mantém. Se a Terra permanece orbitando em torno do Sol, assim como os demais planetas; se a atmosfera terrestre, com seus gases na proporção exata para a manutenção da vida, se mantém em torno do planeta, sem se dissipar no vácuo sideral; se você está respirando e pensando neste exato momento; lembre-se: tudo isso ocorre porque Deus assim o quer.

“Faça perguntas às aves e aos animais, e eles o ensinarão. Peça aos bichos da terra e aos peixes do mar, e eles lhe darão lições. Todas essas criaturas sabem que foi a mão do Deus Eterno que as fez” (Jó 12:7-9 BLH). Numa linguagem poética, Moisés está aqui apontando uma ironia: o ser mais inteligente da Terra parece (ou quer) ignorar algo que até os animais, ditos irracionais, de alguma forma sabem – que Deus os trouxe à existência.

“Pela fé entendemos que o Universo pela palavra de Deus foi criado; de maneira que aquilo que se vê não foi feito do que é visível” (Hebreus 11:3). Deus não precisou de matéria preexistente para modelar o Universo físico. Sua palavra é poder. Ao dizer Ele: “Haja luz”, a luz passou a existir, e assim todos os componentes da criação. Albert Einstein já demonstrou convincentemente que energia e matéria são intercambiáveis (E=mc²). Matéria pode ser transformada em energia (basta pensar nas bombas nucleares). E com a adequada fonte de energia, matéria também pode ser obtida. Deus, portanto, proveu a energia necessária para dar origem ao vasto cosmos.

(Michelson Borges Jornalista e Teólogo via CRIACIONISMO)

ISRAEL EXIBE A MAIS ANTIGA CÓPIA DOS 10 MANDAMENTOS

O mais antigo documento conhecido que reproduz integralmente os Dez Mandamentos está em exibição em Jerusalém, em uma mostra do Museu de Israel - informou nesta quarta-feira (6) o estabelecimento.
O documento, escrito em hebraico e com mais de 2 mil anos de idade, é geralmente mantido nas instalações da Autoridade de Antiguidades de Israel, fora de alcance ao público e em condições draconianas de conservação, similares à caverna onde foi encontrado.
O documento já havia ganhado uma exposição excepcional em Nova York, em 2011, e em Cincinnati, em 2013. Mas seu acesso ao público é muito raro, até mesmo em Israel.
Agora, o público pode apreciá-lo por ocasião da exposição intitulada "Uma breve história da humanidade", montada no Museu de Israel com recursos oriundos do estabelecimento e inaugurada recentemente. O texto está protegido numa redoma dotada de um dispositivo climático devido à sua fragilidade.
O documento, de 45,7 cm de comprimento e 7,6 centímetros de largura, com as instruções morais que Moisés teria recebido de Deus no Monte Sinai, faz parte dos 870 manuscritos encontrados por um beduíno no noroeste do Mar Morto entre 1947 e 1956 perto de Qumran.
Muitos especialistas estimam que os Manuscritos do Mar Morto foram escritos pelos essênios, uma seita judaica dissidente que se retirou no deserto. Outros especialistas acham que poderiam vir de bibliotecas do Templo Judaico que estava sendo erguido em Jerusalém, e foram escondidos em cavernas com a aproximação dos romanos que destruíram o local em 70 d.C [...]

(G1 Notícias)
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